sexta-feira, 14 de dezembro de 2012
sexta-feira, 7 de dezembro de 2012
QUARTA EDIÇÃO DO RESGATE 2012
O RESGATE CULTURAL NO FACEBOOK
http://www.facebook.com/OResgateCultural?ref=hl
Quarta Edição do Resgate.
domingo, 21 de outubro de 2012
sexta-feira, 5 de outubro de 2012
quinta-feira, 23 de agosto de 2012
CIRCULANDO A PRIMEIRA EDIÇÃO/ 2012
Circulando de fora para dentro.
A distribuição começou por Curitiba em lugares estratégicos desceu para a Feira da ADETUR em Paranaguá via Hotéis Camboa,
Depois foi a vez de Antonina, alguns ficaram em Caiobá, para depois atravessar a Balsa e chegar em casa.
Em Guaratuba você deverá encontrar na: Banca Central em frente ao Banco do Brasil.
*Sorveteria Bapka, Capela São Luiz Gonzaga, Igreja do Perpétuo Socorro.
*Ficou sem?
Você pode solicitar pelo telefone
domingo, 15 de julho de 2012
domingo, 17 de junho de 2012
O início de um movimento cultural
“Os que buscam o moto-perpétuo estão tentando obter alguma coisa a partir de nada”
Sir Isaac Newton
A idéia do moto-perpétuo é a seguinte: uma máquina que funcione infinitamente, girando cada vez mais rápida, gerando energia, mas a mesma não pode ter uma energia inicial, ou seja, ela deve começar a funcionar por conta própria, sem a ajuda de terceiros – é simples: se existir uma energia inicial, quer dizer que a máquina não gera energia por conta própria, logo ela não funcionará infinitamente. Parece impossível? Bem, os físicos também acham.
Propostas de dispositivos de moto-perpétuo são freqüentemente descartadas pelos cientistas – alguns por pensamentos dogmáticos em relação à proibição da lei da termodinâmica e as leis de conservação, outros por acharem a idéia idiota.
É um detalhe realmente histórico: nenhum moto-perpétuo funcionou até hoje, fortalecendo a lei da termodinâmica – segunda ela, o MP não pode mesmo acontecer.
Embora não pareça, muitos ainda tentam chegar ao perfeito funcionamento do MP – físicos e leigos no campo da física tentam criar a máquina mágica, a máquina que funciona a partir de nada, sendo tachados de loucos.
O sonho é milinar: em um manuscrito sânscrito original de 2.500 anos, denominado Siddhanta Ciromani, haveria a descrição de uma máquina fantástica – o moto-perpétuo. Séculos depois o matemático indiano Bhaskara – o “querido” matemático que inventou a fórmula da equação de 2° grau – detalhou o projeto, descrevendo uma roda provida de vários recipientes de mercúrio nas extreminades, pegando neste momento uma certa fama de lunático. A idéia era simples: fazer com que um lado da roda sempre estivesse mais pesado que o outro, garantindo eternas revoluções.
Extraído do blog:
http://personalogia.wordpress.com/2009/08/01/moto-perpetuo-a-maquina-dos-sonhos/
Sir Isaac Newton
A idéia do moto-perpétuo é a seguinte: uma máquina que funcione infinitamente, girando cada vez mais rápida, gerando energia, mas a mesma não pode ter uma energia inicial, ou seja, ela deve começar a funcionar por conta própria, sem a ajuda de terceiros – é simples: se existir uma energia inicial, quer dizer que a máquina não gera energia por conta própria, logo ela não funcionará infinitamente. Parece impossível? Bem, os físicos também acham.
Propostas de dispositivos de moto-perpétuo são freqüentemente descartadas pelos cientistas – alguns por pensamentos dogmáticos em relação à proibição da lei da termodinâmica e as leis de conservação, outros por acharem a idéia idiota.
É um detalhe realmente histórico: nenhum moto-perpétuo funcionou até hoje, fortalecendo a lei da termodinâmica – segunda ela, o MP não pode mesmo acontecer.
Embora não pareça, muitos ainda tentam chegar ao perfeito funcionamento do MP – físicos e leigos no campo da física tentam criar a máquina mágica, a máquina que funciona a partir de nada, sendo tachados de loucos.
O sonho é milinar: em um manuscrito sânscrito original de 2.500 anos, denominado Siddhanta Ciromani, haveria a descrição de uma máquina fantástica – o moto-perpétuo. Séculos depois o matemático indiano Bhaskara – o “querido” matemático que inventou a fórmula da equação de 2° grau – detalhou o projeto, descrevendo uma roda provida de vários recipientes de mercúrio nas extreminades, pegando neste momento uma certa fama de lunático. A idéia era simples: fazer com que um lado da roda sempre estivesse mais pesado que o outro, garantindo eternas revoluções.
Extraído do blog:
http://personalogia.wordpress.com/2009/08/01/moto-perpetuo-a-maquina-dos-sonhos/
sábado, 16 de junho de 2012
Auto da Compadecida em Guaratuba
A Cia de Teatro da UFPR Litoral apresenta neste sábado (16), às 20h, no salão do Recanto Samaritano, a adaptação da peça “O Auto da Compadecida”. A apresentação conta com colaboração do grupo de alunos e professores que elaboram o “Diagnóstico Guaratuba”. Entrada gratuita.
A comédia de Ariano Suassuna é um clássico da cultura popular brasileira, que também foi adaptada para o cinema e para a televisão, com as personagens marcantes de João Grilo e Chicó.
A peça estreou em Matinhos no final de 2011 e o espetáculo passou a integrar o Centro Cultural Itinerante, fazendo uma apresentação em cada município do litoral, tendo passado por Antonina, Morretes e Pontal do Paraná.
A Cia de Teatro da UFPR Litoral, hoje com 23 integrantes, sob a direção do professor Alaor de Carvalho, agrega componentes de todos os municípios do litoral paranaense, no misto de professores, alunos da universidade e comunidade em geral, o que resulta em uma integração social e interação artística e cultural.
FONTE /CORREIO DO LITORAL
IX FESTIVAL DE CULTURA POPULAR DO LITORAL
Participe.
Começam na próxima segunda-feira (18) as inscrições para o IX Festival de Cultura Popular do Litoral, promovido pela Fafipar, de 13 a 22 de julho, em Paranaguá
As inscrições gratuitas para as oficinas e o concurso de poesias podem ser feitas no site da Faculdade Estadual de Filosofia, Ciências e Letras de Paranaguá (www.fafipar.br), na própria instituição, em Paranaguá, ou pelo telefone (41) 3423-3644.
Considerado o maior festival de valorização das tradições do litoral paranaense, o evento será realizado pela Fafipar, em parceria com as Faculdades Integradas do Brasil (UniBrasil), a Faculdades de Artes do Paraná (FAP), a Escola de Músicas e Belas Artes do Paraná (Embap), a UFPR Litoral e a prefeitura de Paranaguá. “Este ano, vamos trabalhar o aspecto cultural de todo o Estado, tendo como destaque resgatar e resguardar as tradições do litoral paranaense”, diz a organizadora do festival, Jandira Gonzaga.
“As apresentações, palestras e oficinas são de temas da cultura paranaense. O festival tem esse objetivo, de valorizar as tradições de nosso Estado”, diz o diretor do Grupo de Teatro UniBrasil – Grutun!, Alex Wolf, um dos organizadores do evento. “A programação será bastante densa. Será importante o participante escolher suas prioridades a cada dia”, alerta Wolf, que irá ministrar a oficina Vídeo Minuto.
Para mais informações
Leia matéria na integra e siga a programação no Link do Correio do Litoral
http://correiodolitoral.com/paranagua-blog/5162-comecam-inscricoes-para-o-ix-festival-de-cultura-popular-do-litoral
Começam na próxima segunda-feira (18) as inscrições para o IX Festival de Cultura Popular do Litoral, promovido pela Fafipar, de 13 a 22 de julho, em Paranaguá
As inscrições gratuitas para as oficinas e o concurso de poesias podem ser feitas no site da Faculdade Estadual de Filosofia, Ciências e Letras de Paranaguá (www.fafipar.br), na própria instituição, em Paranaguá, ou pelo telefone (41) 3423-3644.
Considerado o maior festival de valorização das tradições do litoral paranaense, o evento será realizado pela Fafipar, em parceria com as Faculdades Integradas do Brasil (UniBrasil), a Faculdades de Artes do Paraná (FAP), a Escola de Músicas e Belas Artes do Paraná (Embap), a UFPR Litoral e a prefeitura de Paranaguá. “Este ano, vamos trabalhar o aspecto cultural de todo o Estado, tendo como destaque resgatar e resguardar as tradições do litoral paranaense”, diz a organizadora do festival, Jandira Gonzaga.
“As apresentações, palestras e oficinas são de temas da cultura paranaense. O festival tem esse objetivo, de valorizar as tradições de nosso Estado”, diz o diretor do Grupo de Teatro UniBrasil – Grutun!, Alex Wolf, um dos organizadores do evento. “A programação será bastante densa. Será importante o participante escolher suas prioridades a cada dia”, alerta Wolf, que irá ministrar a oficina Vídeo Minuto.
Para mais informações
Leia matéria na integra e siga a programação no Link do Correio do Litoral
http://correiodolitoral.com/paranagua-blog/5162-comecam-inscricoes-para-o-ix-festival-de-cultura-popular-do-litoral
domingo, 3 de junho de 2012
sábado, 12 de maio de 2012
OS SETE SABERES NECESSÁRIOS PARA A EDUCAÇÃO DO FUTURO
Os
sete saberes necessários à educação do futuro não têm nenhum programa educativo,
escolar ou universitário.
Aliás,
não estão concentrados no primário, nem no secundário, nem no ensino
universitário, mas abordam problemas específicos para cada um desses níveis.
Eles
dizem respeito aos setes buracos negros da educação, completamente ignorados,
subestimados ou fragmentados nos programas educativos. Programas esses que, na
minha opinião, devem ser colocados no centro das preocupações sobre a formação
dos jovens, futuros cidadãos.
(Edgar Morin)
O Conhecimento.
O
primeiro buraco negro diz respeito ao conhecimento. Naturalmente, o ensino fornece
conhecimento, fornece saberes.
Porém, apesar de sua fundamental importância, nunca
se ensina o que é, de fato, o conhecimento. E sabemos que os maiores problemas neste
caso são o erro e a ilusão.
Ao
examinarmos as crenças do passado, concluímos que a maioria contém erros e ilusões.
Mesmo quando pensamos em vinte anos atrás, podemos constatar como erramos e nos
iludimos sobre o mundo e a realidade.
E por que isso é tão importante? Porque o conhecimento
nunca é um reflexo ou espelho da realidade. O conhecimento é sempre uma tradução,
seguida de uma reconstrução. Mesmo no fenômeno da percepção, através do qual
os
olhos recebem estímulos luminosos que são transformados, decodificados,
transportados a
um outro código, que transita pelo nervo ótico, atravessa várias partes do
cérebro para, enfim,
transformar aquela informação primeira em percepção. A partir deste exemplo, podemos
concluir que a percepção é uma reconstrução.Tomemos
um outro exemplo de percepção constante: a imagem do ponto de vista da
retina. As pessoas que estão próximas parecem muito maiores do que aquelas que
estãomais distantes, pois à distância, o cérebro não realiza o registro e termina por atribuir uma dimensão idêntica para todas as pessoas.
Assim como os raios ultravioletas e infravermelhos que nós não vemos, mas sabemos que estão aí e nos impõem uma visão segundo as suas incidências. Portanto, temos percepções, ou seja, reconstruções, traduções da realidade. E toda tradução comporta o risco de erro. Como dizem os italianos
“tradotore/traditore”.
Também
sabemos que não há nenhuma diferença intrínseca entre uma percepção e
uma
alucinação. Por exemplo: se tenho uma alucinação e vejo Napoleão ou Júlio
César,
não
há nada que me diga que estou enganado, exceto o fato de saber que eles estão
mortos.
São
os outros que vão me dizer se o que vejo é verdade ou não. Quero dizer com isso
que
estamos
sempre ameaçados pela alucinação. Até nos processos de leitura isto acontece.
Nós
sabemos que não seguimos a linha do que está escrito, pois, às vezes, nossos
olhos
saltam
de uma palavra para outra e reconstrói o conjunto de uma maneira quase
alucinatória.
Neste momento, é o nosso espírito que colabora com o que nós lemos. E não
reconhecemos
os erros porque deslizamos neles. O mesmo acontece, por exemplo, quando
há
um acidente de carro. As versões e as visões do acidente são completamente diferentes,
principalmente
pela emoção e pelo fato das pessoas estarem em ângulos diferentes.
No
plano histórico há erros, se me permitem o jogo de palavras, histéricos.
Tomemos
um exemplo um pouco distante de nós: os debates sobre a Primeira Guerra
Mundial.
Uma época em que a França e a Alemanha tinham partidos socialistas fortes,
potentes
e muito pacifistas, e que, evidentemente, eram contrários à guerra que se
anunciava.
Mas, a partir do momento em que se desencadeou a guerra, os dois partidos se
lançaram,
massivamente a uma campanha de propaganda, cada um imputando ao outro os
atos
mais ignóbeis. Isto durou até o fim da guerra. Hoje, podemos constatar com os
eventos
trágicos
do Oriente Médio a mesma maneira de tratar a informação. Cada um prefere
camuflar
a parte que lhe é desvantajosa para colocar em relevo a parte criminosa do
outro.
Este
problema se apresenta de uma maneira perceptível e muito evidente, porque as
traduções
e as reconstruções são também um risco de erro e muitas vezes o maior erro é
pensar
que a idéia é a realidade. E tomar a idéia como algo real é confundir o mapa
com o
terreno.
Outras
causas de erro são as diferenças culturais, sociais e de origem. Cada um
pensa
que suas idéias são as mais evidentes e esse pensamento leva a idéias normativas.
Aquelas
que não estão dentro desta norma, que não são consideradas normais, são
julgadas...
------------------------------------------
EDITANDO------------------------------------------
Outro
aspecto da incompreensão é a
indiferença.
E, por este lado, é interessante abordar o cinema, que os intelectuais tanto
acusam
de alienante. Na verdade, o cinema é uma arte que nos ensina a superar a
indiferença,
pois transforma em heróis os invisíveis sociais, ensinando-nos a vê-los por um
outro
prisma. Charlie Chaplin, por exemplo, sensibilizou platéias inteiras com o
personagem
do vagabundo. Outro exemplo é Coppola, que popularizou os chefes da Máfia
com
“O Chefão”. No teatro, temos a complexidade dos personagens de Shakspeare:
reis,
gangsters,
assassinos e ditadores. No cinema, como na filosofia de Heráclito:
“Despertados,
eles dormem”. Estamos adormecidos, apesar de despertos, pois diante da
realidade
tão complexa, mal percebemos o que se passa ao nosso redor.
Por
isso, é importante este quarto ponto: compreender não só os outros como a si
mesmo,
a necessidade de se auto-examinar, de analisar a autojustificação, pois o mundo
está cada vez mais
devastado pela incompreensão, que é o câncer do relacionamento entre os seres
humanos.
---
para continuar siga o link
http://cursos.unipampa.edu.br/cursos/ppge/files/2010/11/Edgar-Morin.pdf
segunda-feira, 23 de abril de 2012
Oficinas de Teatro no Nereidas
Oficinas de teatro em Guaratuba.
Turma do Nereidas 25 integrantes até o momento.
Turma do Nereidas 25 integrantes até o momento.
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