quinta-feira, 23 de agosto de 2012

CIRCULANDO A PRIMEIRA EDIÇÃO/ 2012


A JORNADA.

Circulando de fora para dentro.
A distribuição começou por Curitiba em lugares estratégicos desceu para a Feira da ADETUR em Paranaguá via Hotéis Camboa,
Depois foi a vez de Antonina, alguns ficaram em Caiobá, para depois atravessar a Balsa e chegar em casa.

Em Guaratuba você deverá encontrar na: Banca Central em frente ao Banco do Brasil.
*Sorveteria Bapka, Capela São Luiz Gonzaga, Igreja do Perpétuo Socorro.
*Ficou sem?
Você pode solicitar pelo telefone
041- 8503-1015, ou mande e-mail centroculturalguara@gmail.



CAPA.





domingo, 17 de junho de 2012

O início de um movimento cultural

“Os que buscam o moto-perpétuo estão tentando obter alguma coisa a partir de nada”
Sir Isaac Newton
A idéia do moto-perpétuo é a seguinte: uma máquina que funcione infinitamente, girando cada vez mais rápida, gerando energia, mas a mesma não pode ter uma energia inicial, ou seja, ela deve começar a funcionar por conta própria, sem a ajuda de terceiros – é simples: se existir uma energia inicial, quer dizer que a máquina não gera energia por conta própria, logo ela não funcionará infinitamente. Parece impossível? Bem, os físicos também acham.
Propostas de dispositivos de moto-perpétuo são freqüentemente descartadas pelos cientistas – alguns por pensamentos dogmáticos em relação à proibição da lei da termodinâmica e as leis de conservação, outros por acharem a idéia idiota.
É um detalhe realmente histórico: nenhum moto-perpétuo funcionou até hoje, fortalecendo a lei da termodinâmica – segunda ela, o MP não pode mesmo acontecer.
Embora não pareça, muitos ainda tentam chegar ao perfeito funcionamento do MP – físicos e leigos no campo da física tentam criar a máquina mágica, a máquina que funciona a partir de nada, sendo tachados de loucos.
O sonho é milinar: em um manuscrito sânscrito original de 2.500 anos, denominado Siddhanta Ciromani, haveria a descrição de uma máquina fantástica – o moto-perpétuo. Séculos depois o matemático indiano Bhaskara – o “querido” matemático que inventou a fórmula da equação de 2° grau – detalhou o projeto, descrevendo uma roda provida de vários recipientes de mercúrio nas extreminades, pegando neste momento uma certa fama de lunático. A idéia era simples: fazer com que um lado da roda sempre estivesse mais pesado que o outro, garantindo eternas revoluções.


Extraído do blog:
http://personalogia.wordpress.com/2009/08/01/moto-perpetuo-a-maquina-dos-sonhos/

sábado, 16 de junho de 2012

Auto da Compadecida em Guaratuba


A Cia de Teatro da UFPR Litoral apresenta neste sábado (16), às 20h, no salão do Recanto Samaritano, a adaptação da peça “O Auto da Compadecida”. A apresentação conta com colaboração do grupo de alunos e professores que elaboram o “Diagnóstico Guaratuba”. Entrada gratuita.

A comédia de Ariano Suassuna é um clássico da cultura popular brasileira, que também foi adaptada para o cinema e para a televisão, com as personagens marcantes de João Grilo e Chicó.

A peça estreou em Matinhos no final de 2011 e o espetáculo passou a integrar o Centro Cultural Itinerante, fazendo uma apresentação em cada município do litoral, tendo passado por Antonina, Morretes e Pontal do Paraná.

A Cia de Teatro da UFPR Litoral, hoje com 23 integrantes, sob a direção do professor Alaor de Carvalho, agrega componentes de todos os municípios do litoral paranaense, no misto de professores, alunos da universidade e comunidade em geral, o que resulta em uma integração social e interação artística e cultural.

FONTE /CORREIO DO LITORAL

IX FESTIVAL DE CULTURA POPULAR DO LITORAL

Participe.
Começam na próxima segunda-feira (18) as inscrições para o IX Festival de Cultura Popular do Litoral, promovido pela Fafipar, de 13 a 22 de julho, em Paranaguá

As inscrições gratuitas para as oficinas e o concurso de poesias podem ser feitas no site da Faculdade Estadual de Filosofia, Ciências e Letras de Paranaguá (www.fafipar.br), na própria instituição, em Paranaguá, ou pelo telefone (41) 3423-3644.

Considerado o maior festival de valorização das tradições do litoral paranaense, o evento será realizado pela Fafipar, em parceria com as Faculdades Integradas do Brasil (UniBrasil), a Faculdades de Artes do Paraná (FAP), a Escola de Músicas e Belas Artes do Paraná (Embap), a UFPR Litoral e a prefeitura de Paranaguá. “Este ano, vamos trabalhar o aspecto cultural de todo o Estado, tendo como destaque resgatar e resguardar as tradições do litoral paranaense”, diz a organizadora do festival, Jandira Gonzaga.

“As apresentações, palestras e oficinas são de temas da cultura paranaense. O festival tem esse objetivo, de valorizar as tradições de nosso Estado”, diz o diretor do Grupo de Teatro UniBrasil – Grutun!, Alex Wolf, um dos organizadores do evento. “A programação será bastante densa. Será importante o participante escolher suas prioridades a cada dia”, alerta Wolf, que irá ministrar a oficina Vídeo Minuto.
Para mais informações
Leia matéria na integra e siga a programação no Link do Correio do Litoral
http://correiodolitoral.com/paranagua-blog/5162-comecam-inscricoes-para-o-ix-festival-de-cultura-popular-do-litoral

sábado, 12 de maio de 2012

OS SETE SABERES NECESSÁRIOS PARA A EDUCAÇÃO DO FUTURO


Os sete saberes necessários à educação do futuro não têm nenhum programa educativo, escolar ou universitário.

Aliás, não estão concentrados no primário, nem no secundário, nem no ensino universitário, mas abordam problemas específicos para cada um desses níveis.

Eles dizem respeito aos setes buracos negros da educação, completamente ignorados, subestimados ou fragmentados nos programas educativos. Programas esses que, na minha opinião, devem ser colocados no centro das preocupações sobre a formação dos jovens, futuros cidadãos.
(Edgar Morin)
O Conhecimento.

O primeiro buraco negro diz respeito ao conhecimento. Naturalmente, o ensino fornece conhecimento, fornece saberes.
Porém, apesar de sua fundamental importância, nunca se ensina o que é, de fato, o conhecimento. E sabemos que os maiores problemas neste caso são o erro e a ilusão.

Ao examinarmos as crenças do passado, concluímos que a maioria contém erros e ilusões. Mesmo quando pensamos em vinte anos atrás, podemos constatar como erramos e nos iludimos sobre o mundo e a realidade.
E por que isso é tão importante? Porque o conhecimento nunca é um reflexo ou espelho da realidade. O conhecimento é sempre uma tradução, seguida de uma reconstrução. Mesmo no fenômeno da percepção, através do qual
os olhos recebem estímulos luminosos que são transformados, decodificados, transportados a um outro código, que transita pelo nervo ótico, atravessa várias partes do cérebro para, enfim, transformar aquela informação primeira em percepção. A partir deste exemplo, podemos concluir que a percepção é uma reconstrução.Tomemos um outro exemplo de percepção constante: a imagem do ponto de vista da retina. As pessoas que estão próximas parecem muito maiores do que aquelas que estão
mais distantes, pois à distância, o cérebro não realiza o registro e termina por atribuir uma dimensão idêntica para todas as pessoas.
Assim como os raios ultravioletas e infravermelhos que nós não vemos, mas sabemos que estão aí e nos impõem uma visão segundo as suas incidências. Portanto, temos percepções, ou seja, reconstruções, traduções da realidade. E toda tradução comporta o risco de erro. Como dizem os italianos

“tradotore/traditore”.

Também sabemos que não há nenhuma diferença intrínseca entre uma percepção e

uma alucinação. Por exemplo: se tenho uma alucinação e vejo Napoleão ou Júlio César,

não há nada que me diga que estou enganado, exceto o fato de saber que eles estão mortos.

São os outros que vão me dizer se o que vejo é verdade ou não. Quero dizer com isso que

estamos sempre ameaçados pela alucinação. Até nos processos de leitura isto acontece.

Nós sabemos que não seguimos a linha do que está escrito, pois, às vezes, nossos olhos

saltam de uma palavra para outra e reconstrói o conjunto de uma maneira quase

alucinatória. Neste momento, é o nosso espírito que colabora com o que nós lemos. E não

reconhecemos os erros porque deslizamos neles. O mesmo acontece, por exemplo, quando

há um acidente de carro. As versões e as visões do acidente são completamente diferentes,

principalmente pela emoção e pelo fato das pessoas estarem em ângulos diferentes.

No plano histórico há erros, se me permitem o jogo de palavras, histéricos.

Tomemos um exemplo um pouco distante de nós: os debates sobre a Primeira Guerra

Mundial. Uma época em que a França e a Alemanha tinham partidos socialistas fortes,

potentes e muito pacifistas, e que, evidentemente, eram contrários à guerra que se

anunciava. Mas, a partir do momento em que se desencadeou a guerra, os dois partidos se

lançaram, massivamente a uma campanha de propaganda, cada um imputando ao outro os

atos mais ignóbeis. Isto durou até o fim da guerra. Hoje, podemos constatar com os eventos

trágicos do Oriente Médio a mesma maneira de tratar a informação. Cada um prefere

camuflar a parte que lhe é desvantajosa para colocar em relevo a parte criminosa do outro.

Este problema se apresenta de uma maneira perceptível e muito evidente, porque as

traduções e as reconstruções são também um risco de erro e muitas vezes o maior erro é

pensar que a idéia é a realidade. E tomar a idéia como algo real é confundir o mapa com o

terreno.

Outras causas de erro são as diferenças culturais, sociais e de origem. Cada um

pensa que suas idéias são as mais evidentes e esse pensamento leva a idéias normativas.

Aquelas que não estão dentro desta norma, que não são consideradas normais, são julgadas...

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EDITANDO

Outro aspecto da incompreensão é a

indiferença. E, por este lado, é interessante abordar o cinema, que os intelectuais tanto

acusam de alienante. Na verdade, o cinema é uma arte que nos ensina a superar a

indiferença, pois transforma em heróis os invisíveis sociais, ensinando-nos a vê-los por um

outro prisma. Charlie Chaplin, por exemplo, sensibilizou platéias inteiras com o

personagem do vagabundo. Outro exemplo é Coppola, que popularizou os chefes da Máfia

com “O Chefão”. No teatro, temos a complexidade dos personagens de Shakspeare: reis,

gangsters, assassinos e ditadores. No cinema, como na filosofia de Heráclito:

“Despertados, eles dormem”. Estamos adormecidos, apesar de despertos, pois diante da

realidade tão complexa, mal percebemos o que se passa ao nosso redor.

Por isso, é importante este quarto ponto: compreender não só os outros como a si

mesmo, a necessidade de se auto-examinar, de analisar a autojustificação, pois o mundo

está cada vez mais devastado pela incompreensão, que é o câncer do relacionamento entre os seres humanos.

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EDGAR MORIN
para continuar siga o link


http://cursos.unipampa.edu.br/cursos/ppge/files/2010/11/Edgar-Morin.pdf
















































segunda-feira, 23 de abril de 2012